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Euroeste no semanário Expresso

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O semanário Expresso refere a Euroeste e Pedro Garcia de Matos, com especial referência ao projeto da Fazenda de Santo António, em Angola, na região de Quibala
Data 15-09-2014 19:17:39 
Euroeste no semanário Expresso

Num artigo intitulado “Portugueses na “revolução verde” africana”, cujo tema é o envolvimento de empresários lusos e o investimento por estes realizado em África no sector do agro-negócio, o semanário Expresso refere a Euroeste e Pedro Garcia de Matos, com especial referência ao projeto da Fazenda de Santo António, em Angola, na região de Quibala, em sociedade com Fernando Teles, presidente do banco BIC Angola.

 

Transcreve-se seguidamente a porção do artigo que se refere ao projeto da Euroeste em Angola e que conta com citações de Pedro Garcia de Matos, visando igualmente a atualidade angolana no que diz respeito ao setor agro-pecuário:

 

“Angola além do petróleo

 

É preciso entrar em grande em África, com dimensão. É o que defende Pedro Garcia de Matos, dono da Euroeste, a maior empresa de suinicultura em Portugal, e que, em sociedade com Fernando Teles, presidente do banco BIC Angola, está a investir €22 milhões em Quibala, no Kwanza Sul: além de 4 mil hectares de milho, o projeto conta com a produção de bovino e com uma exploração de suinicultura, com 750 porcas reprodutoras. Até ao próximo ano estarão construídas as unidades de produção de rações e de fuba (farinha de milho). “Os projetos agropecuários, em África, ou são feitos com parceiros ou têm que ser verticalizados: é preciso ter as matérias-primas para a alimentação dos animais e assegurar a transformação das mesmas. É preciso garantir todas as fases da cadeia”, explica Garcia de Matos. A produção será exclusivamente para consumo do mercado angolano.

 

Segundo o empresário, começa a ver-se projetos “interessantíssimos” do ponto de vista financeiro. “Os chineses fazem mal feito, os brasileiros ajudam a implementar coisas interessantes. Há também angolanos a fazer coisas muito bem feitas, com generais a investir na agricultura. No caso dos portugueses, ainda não há muitos exemplos, mas os que há são bons e de grandes dimensões”, explica.

 

”Num texto de apoio ao artigo principal, com o título “Agricultura ainda é pouco empresarial”, a Euroeste e a sua atividade em Angola têm novo destaque:

 

“Pedro Garcia de Matos, que tem um negócio de cereais e de agropecuária em Angola (ver texto principal), acredita que só se pode investir na agricultura em geografias africanas se “for em grande. As infraestruturas necessárias são sempre enormes, já que não existe quase nada disponível: não há prestações de serviços, não se consegue encontrar um mecânico ou eletricista. É preciso levar toda a gente, ter equipamento e peças em stock para os imprevistos”, afiança. Ao mesmo tempo, há que controlar todas as fases da cadeia (produção, transformação, distribuição) para “não haver pontas soltas”.

 

A empresa de Garcia de Matos (em parceria com o banqueiro Fernando Teles), a Searapec, também está a prestar serviços a outras empresas (assistência técnica a animais, venda de animais, ração e equipamentos, entre outros). Quanto à produção primária, “só mais para a frente se poderá falar em exportação. O milho que vamos produzir vai ser vendido ao mercado interno, no mínimo, nos próximos 15 anos”.

 

Quando o negócio estiver em velocidade de cruzeiro, a empresa deverá faturar anualmente €27 milhões."

 

Consulte o artigo na íntegra através do download da versão .pdf